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A Universidade Federal do Ceará é uma autarquia vinculada ao Ministério da Educação. Nasceu como resultado de um amplo movimento de opinião pública. Foi criada pela Lei nº 2.373, em 16 de dezembro de 1954, e instalada em 25 de junho do ano seguinte.

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No início, sob a direção de seu fundador, Prof. Antônio Martins Filho, era constituída pela Escola de Agronomia, Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina e Faculdade de Farmácia e Odontologia.

Sediada em Fortaleza, Capital do Estado, a UFC é um braço do sistema do Ensino Superior do Ceará e sua atuação tem por base todo o território cearense, de forma a atender às diferentes escalas de exigências da sociedade.

A Universidade é composta de oito campi, denominados Campus do Benfica, Campus do Pici e Campus do Porangabuçu, todos localizados no município de Fortaleza (sede da UFC), além do Campus de Sobral, Campus de Quixadá, Campus de Crateús, Campus de Russas e Campus de Itapajé.

A Universidade Federal do Ceará, que há mais de 65 anos mantém o compromisso de servir à região, sem esquecer o caráter universal de sua produção, chega hoje com praticamente todas as áreas do conhecimento representadas em seus campi.

Imagem: O evento será realizado dia 22 de agosto (Imagem: divulgação)Estão abertas, até 15 de agosto, as inscrições para a Jornada de Epistemologia da Pesquisa Linguística, uma realização da Universidade Federal do Ceará em parceria com a Universidade Estadual do Ceará (UECE) e a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).

O evento será realizado dia 22 de agosto, das 14h às 18h, no Auditório José Albano (área 1 do Centro de Humanidades, Campus do Benfica). Ao final da jornada será emitido certificado de participação, como atividade de quatro horas-aula.

A jornada será aberta com a conferência “A construção de objetos de pesquisa em estudos linguísticos”, com a Profª Claudiana Nogueira de Alencar, do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da UECE.

A partir das 16h, ocorre a mesa-redonda “As interfaces teóricas e metodológicas em estudos linguísticos”, com os professores Elizângela Nogueira Teixeira (UFC), Cláudia Ramos Carioca (Unilab), Cibele Gadelha Bernardino (UECE) e Tiago Martins da Cunha (Unilab), com mediação de Lucineudo Machado Irineu, pós-doutorando em Linguística da UFC.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., bastando informar o nome completo. O evento disponibiliza 150 vagas, sendo aberto ao público.

Fonte: Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFC – fones: 85 3366 7627 e 3366 7626

SAÚDE MENTAL – Analisadas as informações colhidas por meio das entrevistas,  ficou evidenciada  que a violência doméstica  afeta a saúde mental e o bem-estar  das mulheres, assim como sua satisfação com o emprego, autonomia financeira, acesso ao mercado de trabalho e absenteísmo. Violência doméstica, portanto, deteriora a produtividade e a capacidade laborativa da mulher.

Depois de tabulados os dados, a pesquisa constatou que em Teresina (PI) 48% das mulheres vítimas de violência doméstica dizem ter a saúde mental afetada pelo comportamento violento do parceiro. As proporções em Aracaju e Natal são de 42% e 40%, respectivamente, e em Fortaleza, 38% das mulheres são afetadas. Nas demais capitais, os percentuais são os seguintes: Salvador, Maceió e Recife (35%); João Pessoa (29%) e São Luís (27%). Vale salientar que essas proporções podem ser ainda maiores, pois parte das mulheres que foram vitimadas pelo parceiro e que responderam não ter sua saúde mental afetada até a data das entrevistas poderá apresentar sequelas no futuro.

Os resultados mostram, também, que as mulheres vítimas de violência nos últimos 12 meses  se ressentem de capacidade de concentração, de dificuldade em dormir bem, em tomar decisões e dizem se sentir frequentemente estressadas.

INSATISFAÇÃO – Entre as mulheres que não sofreram violência doméstica nos últimos 12 meses, a proporção das que estão muito ou extremamente satisfeitas com o atual emprego é de 43%. Já entre as mulheres vitimadas por seus parceiros, a proporção cai para 33,3%. Em outras palavras, a satisfação  com o emprego atual é menor entre as vítimas.

Outro aspecto relevante que pode estar diretamente relacionado à perda de satisfação com o emprego é a falta de autonomia da mulher vítima de violência com relação à sua renda pessoal. Aproximadamente 17% das vítimas de violência nos últimos 12 meses dizem que repassam parte ou a totalidade dos seus rendimentos para os parceiros.

PERDA DE AUTONOMIA – Mais reveladora é a situação em que a mulher tem seu acesso ao mercado de trabalho restringido por causa do parceiro, mostrando como ela perde autonomia. Observa-se que 23% das mulheres vítimas de violência doméstica afirmam ter recusado ou desistido de alguma oportunidade de emprego porque o parceiro era contra. Enquanto isso, 10% das mulheres que não são vítimas de violência dizem que recusaram emprego. Para o Prof. José Raimundo Carvalho, “esse resultado fornece ainda mais respaldo à hipótese de que a violência doméstica deteriora a autonomia da mulher”.

FALTAS  – Questionadas se o comportamento violento dos parceiros  interferia em seus trabalhos ou em outra atividade remunerada, as mulheres responderam que “sim” e o quadro ficou da seguinte maneira: em Salvador (22%); Teresina (20%); Fortaleza (18%); Natal (17)%; Maceió (16%); João Pessoa e São Luis (14%); Aracaju (13%) e Recife (11%).

Uma das consequências da interferência da violência doméstica no emprego das mulheres revela-se, por exemplo, no número de dias em que elas faltam ao trabalho. Em média, as  que sofrem violência faltaram 18 dias  nos últimos 12 meses. Os percentuais são os seguintes: 47% das vítimas perderam de 1 a 3 dias; 22% de 4 a 7 dias; 20% de 8 a 29 dias e 12% perderam 30 dias ou mais de trabalho.

Segundo a pesquisa, 12,5% das mulheres empregadas nas capitais nordestinas, ou seja, 219.109, sofreram algum tipo de violência doméstica nos últimos 12 meses. Nesse grupo, aproximadamente 25% das mulheres dizem ter perdido pelo menos um dia de trabalho, ou seja, 54.777 mulheres. Logo, o número de dias não trabalhados, levando-se em conta a média de 18 dias, totaliza 985.986 dias, ou quase 7,9 milhões de horas perdidas de trabalho.

Considerando-se  o valor do salário-hora entre as mulheres vítimas da violência doméstica em R$8,16 (valores nominais de 2016) e  uma jornada de 8 horas de trabalho/dia, chega-se ao valor de aproximadamente R$64,4 milhões da massa salarial perdida em decorrência do absenteísmo gerado pela violência doméstica, nas capitais do Nordeste brasileiro.

PARADOXO – Análise feita com base na pesquisa mostra que a probabilidade da mulher que sofre violência estar empregada é igual à probabilidade da que não sofreu violência, o que poderia minimizar a questão da violência. No entanto, é apenas um aparente paradoxo, alerta o Prof. José Raimundo. Apesar da violência doméstica impactar de maneira negativa na produtividade da mulher, o fato dela continuar em uma relação abusiva fornece um incentivo poderoso para tentar sair dessa situação, por meio da melhoria nas condições econômicas, explica o coordenador da pesquisa.

TEMPO NO EMPREGO –  A pesquisa forneceu dados para que fosse feita análise da duração de emprego das mulheres vítimas e das não-vítimas. Enquanto a duração média do emprego para as mulheres que não sofrem violência é de 74,82 meses, a duração média no emprego para as que sofrem violência é de 58,59 meses, uma queda de 22%. Esse custo da violência doméstica para as mulheres, até então desconhecido, se revela de forma clara, admite o pesquisador.

Menor duração no emprego significa que as vítimas de violência doméstica terão a capacidade econômica diminuída, enfraquecendo sua capacidade de empoderamento dentro do domicílio e aumentando sua dependência em relação ao parceiro.

Um dado chama atenção: para a região Nordeste como um todo, mulheres vítimas de violência doméstica apresentam uma duração média de desemprego 21% menor do que a duração daquelas que não sofrem violência. Uma tentativa de justificar menores durações de desemprego para vítimas de violência doméstica seria, novamente, os incentivos de voltar a ter uma relação de trabalho e uma renda para se proteger de uma relação abusiva.

As  vítimas da violência doméstica parecem reconhecer, claramente, a dupla vantagem de trabalhar em expediente integral, tanto para aumentar a renda como para diminuir sua presença em casa, no intuito de minimizar o número de episódios de violência doméstica.

NEGRAS x BRANCAS –  A questão étnica no Brasil, principalmente no que tange à discriminação salarial, aparece com intensidade dentro da análise da pesquisa, informa o Prof. José Raimundo. Sem surpresa, os menores salários se localizam no grupo de mulheres negras vítimas de violência, enquanto os maiores salários estão no grupo das mulheres brancas que não sofrem violência.

Chama atenção o fato de mulheres brancas que sofrem violência doméstica ainda assim receberem um salário maior que mulheres negras não vitimadas por esse tipo de violência.

GRUPOS DE OCUPAÇÃO – Segundo dados obtidos na pesquisa, as ocupações  com maior prevalência de violência doméstica são:

1) trabalhadoras nos serviços de embelezamento e cuidados pessoais - cabeleireira, cuidadora de idosos, auxiliar de lavanderia (26%);

2) vendedoras e demonstradoras – atendentes de lojas e mercados, frentista, balconista (23%);

3) trabalhadoras de informação ao público – operadora de telemarketing, telefonista, recepcionista (21%);

4) trabalhadoras dos serviços domésticos em geral – empregada doméstica, diarista (16%);

5) trabalhadoras dos serviços de hotelaria e alimentação – cozinheira, garçonete, copeira (15%);

6) escriturárias em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos – assistente administrativa, auxiliar de escritório (12%);

7) trabalhadoras nos serviços de administração, conservação e manutenção de edifícios e logradouros  – limpadora de piscina, faxineira, varredora de rua (12%);

8) caixas, bilheteiras e afins – operadora de caixa, cobradoras e afins (5%);

9) gerentes de produção e operações – gerente de produtos bancários, gerente de lojas e supermercados (5%);

10) técnicas da ciência da saúde humana  – técnica de enfermagem, esteticista (4%);

11) outras ocupações (31%).

CONSIDERAÇÕES  & SUGESTÕES – A violência doméstica, além de ser um problema grave de negação de direitos humanos fundamentais e de saúde pública, produz impactos negativos na capacidade dessas vítimas atuarem, de maneira produtiva e plena, no mercado de trabalho. Impacta, também, negativamente em várias dimensões relacionadas à capacidade laboral e produtividade. Todos esses efeitos custam muito caro, não somente às mulheres vítimas, mas também à economia do País, com reflexos nos setores público e privado.

Diante dessas evidências, os realizadores da pesquisa sugerem  iniciativas  nas áreas pública e privada. A primeira seria a aprovação do Projeto de Lei nº296/2013, que cria o auxílio-transitório decorrente de risco social provocado por situação de violência doméstica e familiar contra a mulher. A segunda seria a implementação de políticas de recursos humanos (existem algumas poucas ações, como a da Amêndoas do Brasil, em Fortaleza) com um foco maior nas questões de gênero, envolvendo iniciativas de empoderamento e suporte às suas funcionárias em situação de violência doméstica.

A apresentação da pesquisa contou com a presença do Prof. Manuel Andrade Furtado Neto, Pró-Reitor de Assuntos Estudantis no exercício da Reitoria. Ele destacou a satisfação da UFC em poder contribuir, por meio de um de seus pesquisadores (e com a parceria tão significativa do Instituto Maria da Penha), na busca de soluções para problema tão grave como o da violência contra a mulher.

Fonte: Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (PCSVDFMulher) - Violência Doméstica e seu Impacto no Mercado de Trabalho e na Produtividade das Mulheres com a Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da Universidade Federal do Ceará  - fones 85 3366 7331 3366 7938

Cerca de 40% dos frutos e hortaliças produzidos no Brasil são perdidos da fase de pós-colheita até chegar à mesa do consumidor, conforme estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). Para lidar com esse problema, um invento desenvolvido na Universidade Federal do Ceará promete não apenas reduzir pela metade essas perdas como diminuir os custos da produção, otimizar o processo e melhorar as condições de salubridade dos trabalhadores da colheita. A invenção acaba de garantir a propriedade intelectual, tornando-se a 10ª carta patente certificada para a UFC.

Imagem: Agricultor mostra colheita de morangos (Foto: Mick Haupt/Unsplash)

Trata-se de um auxílio mecânico semirrobótico para colheita de frutas e frutos em ramas rasteiras. A máquina se propõe facilitar a fase de recolhimento de frutos de plantas que crescem se arrastando sobre o solo, como melão, melancia, morango e abóbora. O equipamento é uma espécie de veículo, controlado por um operador em cabine, que percorre as vias de plantação.

A máquina possui assentos para colhedores ao longo de seu eixo, o qual dispõe de esteiras transportadoras e um braço robótico para transporte e alocação dos produtos em uma carroceria de caminhão.

Hoje, a colheita de frutos rasteiros é realizada, em sua maioria, de forma manual ou semimecanizada. O invento da UFC é o primeiro equipamento semirrobótico para a atividade, informa o Prof. Daniel Albiero, que desenvolveu a máquina quando era docente do Departamento de Engenharia Agrícola, do Centro de Ciências Agrárias da UFC. "O uso de sistemas robóticos torna a máquina mais rápida, mais barata e mais segura do que todos os outros sistemas", assevera o pesquisador, que atualmente é vinculado à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Um dos diferenciais do invento é o fato de ele demandar pouca ação humana. Hoje, para se colher um hectare de melão com auxílios mecânicos, explica o professor, são necessários mais de 20 trabalhadores, num período máximo de seis horas diárias por pessoa. Sem auxílios mecânicos podem ser necessárias quase 80 pessoas. Com a invenção, são demandadas, no máximo, 5 pessoas em período de até oito horas.

"Hoje em dia, existe grande dificuldade para se encontrar mão de obra manual para realizar essa operação", analisa Albiero. Ele explica que isso ocorre por conta dos baixos salários pagos pela atividade. Além disso, os colhedores trabalham em condições insalubres, em virtude dos riscos ergonômicos ocasionados por sua posição na retirada do fruto. "Com nossa máquina, o operador fica sentado em um assento ergonomicamente adequado e confortável, o que diminui muito os possíveis danos à coluna espinhal", explica.

Imagem: Figura ilustra o equipamento, que é uma espécie de veículo, controlado por um operador em cabine, que percorre as vias de plantação

Mesmo pagando salários baixos, a etapa de colheita representa de 30% a 50% do custo da produção agrícola. Albiero garante que a máquina concebida, em virtude de seu uso intensivo de tecnologias digitais e robóticas, é capaz de diminuir as despesas dessa fase para 15% do custo total da produção. Além disso, ela pode gerar uma economia de até 50% no tempo de colheita.

A colheita é a última operação agrícola realizada em campo. Nela, os produtores buscam retirar os frutos em tempo adequado, de forma a haver a mínima perda quantitativa, com o maior nível de qualidade possível. A falta de pessoal habilitado, o uso de práticas inadequadas de produção e o desconhecimento de técnicas adequadas de manuseio pós-colheita, conforme pesquisas da EMBRAPA, são as principais razões para as elevadas perdas na qualidade dos frutos.

Com a maior automatização do processo, garantindo também transporte e armazenamento mais adequados dos frutos, o professor estima que possa haver uma queda de mais de 50% nas perdas causadas por danos aos alimentos.

MERCADO – O professor informa que a invenção se originou de solicitação de uma grande produtora de melões do Ceará, mas a máquina existe, no momento, somente em protótipo digital. Os testes foram feitos em simulações computacionais avançadas. Em virtude da crise econômica, a empresa não pôde investir na construção do equipamento. "A princípio, nos idos de 2016, a estimativa de valor da máquina era de R$ 700 mil", informa Albiero.

A demanda para a máquina, contudo, é grande, garante o inventor. "O mercado nacional e internacional é imenso. Somente no Nordeste brasileiro, temos mais de 20 mil hectares de melão (70% da produção nacional); na China, temos mais de 400 mil hectares, somente melão, sem considerarmos melancia, abobrinha e outras frutas de ramas", projeta o pesquisador.

Assinam também como autores da invenção Aline Castro Praciano e Eduardo Santos Cavalcante, ambos mestres em Engenharia Agrícola pela UFC; o Prof. José Wally Mendonça Menezes, do Departamento de Telemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) e colaborador do Laboratório de Telecomunicações e Ciência e Engenharia de Materiais (LOCEM) da UFC; e o Prof. Auzuir Ripardo De Alexandria, também do IFCE, docente dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia de Telecomunicações e em Energias Renováveis.

Imagem: Prof. Daniel Albieiro, que desenvolveu a máquina quando era docente do Departamento de Engenharia Agrícola da UFC (Foto: Ribamar Neto/UFC)

"A concessão da carta patente representa o esforço de toda a equipe em realizar a inovação de forma a atender os anseios da sociedade, principalmente considerando que a invenção nasceu de uma demanda dos produtores de melão do Ceará", comemora o Prof. Daniel Albiero, adiantando que o próximo passo será realizar o licenciamento da tecnologia, procedimento que permite a comercialização do produto.

10ª PATENTE – Com o auxílio mecânico para colheita de frutas, a UFC chega a seu 10º invento com patente reconhecida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Dessas patentes, cinco são de titularidade exclusiva da Universidade, incluindo a atual. A primeira carta patente recebida pela Federal do Ceará foi em setembro de 2019.

"Eu vejo com muita satisfação a UFC receber sua 10ª carta patente. Há dois anos, a UFC não tinha nenhuma. E, agora, nesse curtíssimo intervalo de tempo, estamos chegando à 10ª. Isso significa dizer que nós estamos no caminho certo. Investir em pesquisa, inovação e empreendedorismo é o caminho correto", afirma o reitor Cândido Albuquerque, destacando que a gestão vem garantindo prioridade nas pesquisas da Instituição.

"Estamos resgatando os laboratórios que estavam abandonados há mais de seis, sete anos, estamos terminando as construções. Significa dizer que, em 2022, a Universidade Federal do Ceará terá um parque de laboratórios que permitirá que ela possa competir com as grandes universidades do mundo. Além disso, nós temos aí o Condomínio do Empreendedorismo, o Parque Tecnológico, temos um ambiente de pesquisa, um ambiente de inovação, um ambiente de empreendedorismo, e é isso que está fazendo da UFC essa grande universidade, ou seja, estamos construindo uma nova universidade", conclui o reitor.

Desde o ano passado, a Coordenadoria de Inovação Tecnológica (UFC Inova) vem promovendo um trabalho de aproximação com os pesquisadores da Universidade, realizando inclusive mentoria on-line com aqueles que possuíam inventos com pedido de patente ao INPI. O objetivo da ação é resolver inconsistências na redação da solicitação dessas patentes.

"O apoio da UFC Inova foi excelente e essencial para a concretização do depósito e todas as outras fases até ser concedida a carta patente", destaca o Prof. Daniel Albiero, que já havia garantido a nona carta patente para a UFC, em abril passado, pelo invento de uma máquina que otimiza colheita de alimento para gado.

A titular da UFC Inova, Ana Carolina Matos, afirma que as mentorias são uma das grandes responsáveis pelo bom resultado na concessão de patentes. "A carta patente é o carimbo, ela atesta que a Universidade sabe desenvolver inovação, ela consegue ser detentora de um conhecimento novo que agrega valor à sociedade, que causa o impacto que nós precisamos a partir da pesquisa", avalia a coordenadora da UFC Inova.

MAIS PATENTES – Ana Carolina Matos informa que há a expectativa de que, até o fim deste ano, o número de cartas patentes concedidas à UFC seja dobrado. A UFC possui, atualmente, cerca de 240 ativos de propriedade intelectual em processo de exame no INPI. A concessão dessas patentes, analisa, é o indicativo de que a Universidade está trabalhando na transferência de tecnologia, das pesquisas em laboratório para a sociedade.

"Com segurança jurídica, a partir de uma proteção intelectual bem feita e que resulte, de fato, em cartas patentes, a gente consegue chegar na transferência de tecnologia com muito mais força", defende.

Fonte: Prof. Daniel Albiero, ex-professor da UFC e atual docente da UNICAMP ‒ e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.; Ana Carolina Matos, coordenadora de Inovação Tecnológica ‒ e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Por Sérgio de Sousa

Na tentativa de sensibilizar a comunidade universitária sobre o combate ao desperdício, a campanha UFC Sustentável prevê um mix de comunicação, integrado por meio de ações com publicidade, relações públicas, jornalismo, fotografia e marketing direto, além de palestras, workshops, formação de servidores, dentre outras.

A primeira fase da campanha tem duração de seis meses, mas as atividades deverão ser prolongadas para o restante do ano.

A Campanha tem como slogan "A UFC cuida dos nossos recursos naturais". Seu objetivo é estimular o uso consciente dos bens públicos.

Saiba mais: Campanha UFC Sustentável quer combater desperdício de água e energia

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No Interior do Estado, as unidades acadêmicas são os próprios Campi (3), localizados em Sobral, no Cariri e em Quixadá.

 

 

 

 

 

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