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UFC e você contra o mosquito

1º Pit Stop da Farmácia orienta a população sobre a importância do uso racional de medicamentos

Imagem: Arte de divulgação do eventoDe cada 10 brasileiros, sete costumam ingerir medicamentos sem orientação médica, confiando apenas na opinião de parentes e amigos. Entre as classes terapêuticas mais consumidas no Brasil, estão os analgésicos, seguidos por anti-hipertensivos, anticoncepcionais, anti-inflamatórios, vitaminas, medicamentos para controle do colesterol e, por último, os antidepressivos. Esse é um dos motivadores do 1º Pit Stop da Farmácia, uma ação do Grupo de Prevenção ao Uso Inadequado de Medicamentos (GPUIM), ligado ao Departamento de Farmácia da Universidade Federal do Ceará, em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC). A ação está marcada para a manhã desta sexta-feira (18), das 8h às 12h, na praça em frente às Ilhas de Ambulatórios do HUWC – Rua Coronel Nunes de Melo, s/n, Rodolfo Teófilo (ao lado da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand).

O evento, aberto ao público, vai contar com a orientação de farmacêuticos do Departamento de Farmácia da UFC e da Farmácia Ambulatorial do Hospital Universitário Walter Cantídio e acadêmicos de Farmácia em relação aos seguintes pontos: informações sobre medicamentos e  seu uso racional, farmacovigilância (reações adversas e interações medicamentosas) e intoxicação por medicamentos. Os profissionais vão aferir a pressão arterial dos participantes, além de oferecer outros serviços farmacêuticos.

Eudiana Vale, farmacêutica do Departamento de Farmácia da UFC e coordenadora da ação, explica que, com referência às reações adversas (quaisquer respostas ao uso de medicamentos que sejam nocivas e não intencionais), existem estimativas de que elas correspondam à parcela de 3% a 4% das admissões hospitalares e que ocorram num total de 10% a 15% dos pacientes hospitalizados. Estima-se que os custos hospitalares com relação às reações adversas sejam em torno de 15% a 20%.

MAIS CUSTOS – “São reações que provocam o prolongamento da hospitalização, com um maior custo para a instituição e ainda mais consumo de medicamentos. Esses índices ainda são subestimados, principalmente porque a maioria das reações ocorre em pacientes não hospitalizados. Daí a importância de informar a população, sempre com o suporte de um farmacêutico, para que ela saiba por que está usando esse tratamento, se há interação desse medicamento com alimentos, outros medicamentos ou plantas medicinais”, acrescenta Eudiana. Ainda de acordo com a especialista, a intoxicação por medicamentos é uma das principais causas de atendimento no Centro de Assistência Toxicológica do Instituto Dr. José Frota (IJF).

Fonte: Unidade de Comunicação Social do Complexo Hospitalar da UFC – fone: 85 3366 8183 / e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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